25.6.07

O que é preciso fazer para se ter o que se quer


Este texto fala sobre uma menina chamada Liliana que fez uma coisa que parecia ser impossível: pediu a seu pai para ter uma cadela.

Era uma vez uma menina chamada Liliana. Mas toda a gente a chamava de Lili. Ela tinha oito anos mas estava quase a fazer nove; era magrinha, tinha cabelos encaracolados, loiros e compridos.
A Lili tinha perdido a mãe há pouco tempo e seu pai ainda não estava conformado com a ideia. Tornou-se agressivo e mal deixava a Lili sair de casa, com medo de ficar sozinho.
No dia de aniversário da Lili a tia mostrou-lhe uma cadela com pêlos amarelinhos e murmurou-lhe ao ouvido:
- Se quiseres podes ficar com ela. Tens é que pedir a teu pai!
Quando acabou a festa de aniversário da Lili, ela pediu ao pai:
- A tia Margarida disse que podia ficar com aquela cadela que cá veio hoje. Posso ficar com ela pai?
O pai achou má ideia, mas como sabia que a Lili era péssima aluna a todas as disciplinas, propôs-lhe:
- Se tiveres Satizfaz Plenamente a alguma disciplina eu deixo-te ficar com ela, mas enquanto não tiveres essa nota a tua tia fica com a cadela, está bem?
Ela retorquiu:
- Sim! Eu vou conseguir!
A Lili passou três dias a ler, reler, fazer esquemas, tirar dúvidas… Portou-se como uma profissional a estudar e conseguiu: tirou Satisfaz Plenamente no teste de Matemática.
O pai, boquiaberto, perguntou:
- Como conseguiste?
Ela retorceu-se toda mas não disse nada.
O pai deu autorização para trazer a cadela.
A tia, logo que chegou, deu parabéns à Lili pela sua boa nota e entregou-lhe a cadela com um grande laço cor-de-rosa ao pescoço.
A Lili disse à tia a sua ideia:
- Como foi graças a si que eu consegui esta cadela, decidi pôr-lhe o nome de Margarida!
A tia deu um grande sorriso e foi para casa muito feliz.
O pai da Lili percebeu que tinha que fazer o possível para que a Lili estudasse sempre assim.
A Lili passou a ser uma boa aluna, tendo tempo para estudar e para cuidar muito bem da sua cadela chamada Margarida.

Ao fazer este texto percebi que devo estudar por mim e não pelos outros.

Débora, 6ºA

O cerbroton



Um dia estava eu a jogar com a minha nova invenção (que era um capacete de realidade virtual que me fazia entrar num jogo à minha escolha) quando o Filipe e o João Nuno vieram visitar-me. Eu fui abrir a porta e disse para entrarem e esperarem no meu quarto enquanto eu ia à cozinha preparar comida.
Foi aí que a luz foi abaixo. Eu tinha percebido uma coisa: o João e o Filipe tinham mexido na minha invenção e tinham entrado no jogo ao mesmo tempo, fazendo um curto-circuito, porque ainda era um protótipo e o jogo era ainda Beta. Assim, se houvesse um curto-circuito durante muito tempo eles ficariam presos para sempre!!!
Então pus o meu hamster a correr num aparelho que fazia com que o jogo ficasse ligado, mas com tempo limitado; depois eu entrei para salvá-los.
No primeiro nível tinha que passar por espinhos e chamas e isso foi fácil, mas quando avancei apareceu um muro de repente e só o podia destruir com um poder especial oculto nas armadilhas. Depois de muitas tentativas, disparei para uma e activou-se o desmoronamento de rochas. Perdi uma vida e recomecei onde tinha perdido. Desta vez encontrei o poder especial mas era ainda melhor, valia o triplo (isso significava que podia usar o poder três vezes).
Depois de o ter destruído tinha de enfrentar o Boss-Code-Red (chefe do nível): era aí que eles estavam e o Boss ainda tinha quase a vida toda. Eu sabia que se activasse o poder especial e se acertasse nele tirava 1/3 da sua vida, e eu fiz isso mesmo duas vezes. Entretanto também o João e o Filipe fizeram o mesmo e vencemos o Code-Red e as suas tropas de elite. Depois saímos do jogo e a luz já tinha voltado. Nesse dia passámos o dia todo a jogar sem capacete!


Bruno, 6ºA

AS LETRAS


Era uma vez uma letra que apareceu sozinha num balão. Quando o balão rebentou a letra caiu e quando acordou viu as outras letras que eram - a, e, i, o, u e o A disse:
- Estou muito contente por vos ver aqui .
Depois ouviu-se o alarme e as vogais disseram:
- Quem será?
As consoantes prenderam as vogais dentro de um carro.
As vogais pensaram que as consoantes podiam brincar às palavras com elas.
Então as vogais perguntaram às consoantes se queriam brincar com elas, as consoantes responderam que sim e elas foram todas brincar.

GUIDA, 6ºC

A Joana e a Beatriz


Certo dia uma menina chamada Beatriz, que era muito pobre e não tinha amigos pois todos gozavam dela, porque ela se vestia mal, não tinha livros, não tinha uma mochila, nem tinha roupas novas. A sua casa era muito simples, quase sem nada, e com isto ela ficava muito triste, pois não tinha coisas boas como os seus colegas.
Até que um dia uma menina rica a viu triste num canto da sua escola; ela estava a chorar porque os outros gozavam dela, por ela não ter nada nem quase ninguém.
Essa menina, chamada Joana, entretanto ficou a tentar animá-la e a ajudá-la, enquanto os outros ficavam a ver a sua reacção para com a Beatriz.
Passados uns dias os seus colegas começaram a reparar que ela era pobre mas tinha uma grande amiga e então a Joana foi falar com eles e dizer-lhes que ser pobre não tem importância, porque são pessoas como as outras, só que não têm dinheiro… e que não devemos gozar, pois os ricos também podem ficar pobres.
A partir daí os seus colegas começaram por lhe pedir desculpas e por perguntarem se podiam ser seus amigos. Ela aceitou e ficou muito feliz por ter muitos mais amigos com que ela pudesse brincar e conversar. Os seus colegas também descobriram que ser pobre não tem importância, como a Joana referiu.

Micaela 6ºA

O chapéu


Era uma vez uma menina muito meiga e bonita, que costumava andar muito de chapéuzinho e com uns vestidos de folhas. Um certo dia deu bastante vento e levou-lhe o chapéu. Ela ficou muito triste e a chorar num cantinho da rua.
Depois passou uma senhora muito alegre e a cantar. Logo depois viu a menina a chorar e perguntou-lhe o que é que tinha. A menina respondeu que o vento lhe tinha levado o seu chapéu preferido. A senhora, muito simpática, levou-a até sua casa e deu-lhe um chá e umas bolachinhas para se acalmar. Nessa noite a menina ficou na casa dessa senhora, após ter telefonado aos pais.
De manhãzinha a menina Catarina já estava levantada para ir procurar o seu chapéu com a Sra. Ermelinda.
Foram a lojas, a várias ruas, e perguntaram a várias pessoas se tinham visto o chapéu.
De repente aparece um menino com o seu chapéu na mão para lhe entregar. A menina ficou super contente e deu um beijo ao rapaz, que até ficou corado. Daí para a frente, quando estava vento, ela agarrava muito bem no seu chapéu.

Micaela 6ºA

O Dia das Bruxas


No Dia das Bruxas o Pedro e o Filipe notaram que as pessoas estavam estranhas. E então decidiram ver o que se passava e seguiram algumas pessoas.
Foram ter a um castelo muito velho mas muito grande.
Decidiram espreitar pela janela e quando o Pedro olhou para dentro do castelo quase que ia dando um grito, mas o Filipe tapou-lhe a boca a tempo e perguntou-lhe o que tinha visto.
Ele respondeu-lhe que tinha visto um vampiro que hipnotizava as pessoas para depois lhes sugar o sangue.
De repente o Filipe lembrou-se que tinha um livro sobre como derrotar vampiros. Então correram para sua casa. O Filipe encontrou o livro e foram buscar os materiais necessários que era uma cruz e um espelho. E voltaram ao castelo.
Logo que entraram, o vampiro tentou hipnotizá-los mas o Filipe mostrou-lhe o espelho e o vampiro, sem saber, hipnotizou-se a si próprio.
O Filipe e o Pedro meteram-no no seu caixão e atiraram-no ao rio.

Filipe 6ºA

O Pirata


Era uma vez um pirata que se chamava Luís. Este era um dos piratas mais temidos do mundo.
Um dia, quando ia a navegar pelos mares do sul, encontrou uma garrafa a boiar. Nela havia um mapa que indicava para uma ilha e também dizia que lá havia um tesouro.
Sem perder tempo, o capitão Luís, ou seja, o nosso herói, foi em direcção a essa ilha. Pouco depois um dos seus homens avistou outro navio pirata. Este, para provocar o capitão Luís, irritado, mandou os seus se prepararem para a abordagem. Foi uma batalha muito difícil, com muitos confrontos e mortes, mas os homens do capitão Luís conseguiram vencer os outros piratas.
Dois dias depois avistaram a ilha do tesouro e os homens gritaram de alegria. Inspeccionaram a ilha e encontraram o tesouro, mas pensaram que um dia podiam perdê-lo e decidiram enterrá-lo num lugar que até hoje ninguém sabe onde é.

Filipe 6ºA

O pombo guloso


Era uma vez um pombo muito magro, que andava cheio de fome. Um dia encontrou um cesto cheio de milho e ficou contente, ia poder comer até se fartar. Mas tinha um problema: como é que ia chegar aos deliciosos grãozinhos?
O pombo acho que o melhor era fazer um buraco no cesto, para o milho sair, podendo assim deliciar-se com o mesmo.
Debicando, debicando lá conseguiu fazer um pequeno buraco no cesto. Foi-o aumentando, só até ter o tamanho necessário para se meter lá dentro.
Uma doninha que por ali passava viu que o pombo andava a fazer asneira e então avisou-o para não comer muito, pois depois não conseguiria sair.
O pombo, esfomeado, não ligou aos conselhos da doninha e comeu, comeu, até ficar cheio, redondo como uma bola. Já não parecia o mesmo.
O animal, satisfeito, tentou sair, pondo a cabeça de fora primeiro, mas a sua barriga aumentara tanto de tamanho, que ele não conseguia sair.
Tentou pôr a cabeça de fora outra vez e deu de caras com a doninha que se ria da sua angústia e aflição, por ter sido guloso e por não a ter ouvido.
Assim, o cesto passou a ser a prisão do pombinho, que só pensou em comer o que havia no cesto e mais nada.
O pombo, muito triste por não conseguir sair dali, escondeu-se no cesto e começou a pensar naquilo que a doninha lhe tinha dito. Então decidiu que não comia mais até conseguir sair dali.
O pombo percebeu que não se deve ser guloso e ouvir o que os outros dizem.

Ângela 6º A

A fortuna do Gonçalo


Gonçalo era um menino esperto mas também pobre.
Ele tinha 11 anos e tinha um irmão pequeno. Vivia numa casa pequena e velha. O sustento da família era a criação de gado e a agricultura.
O Gonçalo queria ir à escola, mas o pai não o deixava porque tinha de o ajudar no campo e não só, visto que era o sustento da família. Ele andava sempre triste porque, não indo à escola, não poderia aprender a ler nem a escrever. Ele dizia todos os dias ao pai que queria ir à escola para mais tarde ser alguém na vida. O pai ria-se e dizia-lhe:
- Meu filho, para que é que queres ir à escola se aquilo não serve para nada? E como é que ias conseguir ser alguém na vida mais tarde, indo à escola!?
O Gonçalo, farto de ouvir aquilo, começou a pensar nalguma coisa para mudar a opinião do pai quanto à escola. Foi então que lhe surgiu uma ideia: era fazer com que o pai precisasse de escrever, de ler, de fazer contas… e não conseguir. O Gonçalo enviou uma carta ao pai fingindo ser um amigo que estava no estrangeiro. O pai, ao ver a carta, ficou decepcionado por não conseguir lê-la e também por não conseguir responder ao amigo. Noutro dia fez com que o pai quisesse saber quanto dinheiro é que tinha conseguido ganhar na feira. O pai ficou novamente decepcionado por não saber contar. Ele pensou de novo no assunto da escola e decidiu deixar ir o filho à escola. Passados alguns anos o Gonçalo tinha terminado a escola e queria começar a ser empresário. Meio ano depois estava riquíssimo. O pai ficou muito orgulhoso do filho, porque tinha conseguido dar-lhes uma vida melhor.
O pai aprendeu que andar na escola a aprender era um elemento essencial na vida de uma pessoa.

Ângela, 6º A

Rita, a curiosa


Era uma vez uma menina chamada Rita que, quando ia a sair da escola, encontrou um livro muito misterioso e quando o abriu partiu numa aventura incrível.
Como Rita era uma menina extremamente curiosa, não resistiu e abriu o livro. Ao abri-lo foi puxada para dentro do mesmo.
Um pouco atordoada, porque não estava a perceber nada do que lhe tinha acontecido, e curiosa como era, partiu logo a descobrir onde estava.
Enquanto tentava perceber o que lhe tinha acontecido encontrou um homem que lhe disse para ir até sua casa. Ao princípio hesitou mas pensou melhor e aceitou o convite. A Rita começou logo a fazer perguntas. Uma das perguntas foi:
- Porque é que um livro abandonado me puxou? - e ele explicou-lhe que estavam à espera dela há bastantes anos e tinha como missão combater o rei da curiosidade. Mas avisou-a que se se deixasse levar pela tentação, as pessoas corriam certo risco de vida.
Andou e andou até que encontrou um senhor que tinha uma fruta que ela nunca tinha visto. O senhor viu que ela estava curiosa e ofereceu-lhe a fruta misteriosa. Quando estava pronta a aceitar lembrou-se da sua missão e recusou a oferta. Foi embora e encontrou outro desafio que conseguiu ultrapassar sem nenhuma dificuldade. Mas quando pensava que tinha ultrapassado todos os obstáculos apareceu-lhe o rei da curiosidade.
O rei propôs-lhe que fosse ao seu castelo comer muitos doces raros e misteriosos. Claro que ela pensou muitíssimo, pois adorava conhecer o castelo, porque era um sonho seu desde criança, mas manteve-se firme e recusou a oferta. Quando recusou o rei desapareceu e ela voltou para o seu país.
A Rita ficou muito contente pois tinha conseguido terminar a sua missão ajudando as pessoas a combaterem o rei da curiosidade. Ela percebeu que se quisermos combater uma fraqueza nós conseguimos, temos é de ter força de vontade.

Ângela, 6º A

O Ouriço Caixeiro


Era uma vez um ouriço-caixeiro, que tinha muitos picos. Quando dava uma mãozada aos amigos, eles começavam a chorar (até o valentão do leão chorava!).
Um dia a sua amiga avestruz teve uma ideia: o Ouriço tinha de fazer uma depilação às mãos. Ele fez mas não resultou e ficou muito triste porque estava sem picos. Chorava, chorava, chorava só que dois dias depois cresceram-lhe alguns picos e ele ficou tão contente que organizou uma festa.
No dia seguinte era a festa. Chegaram os seus amigos e ele, em vez de dar uma mãozadam, dizia:
- Olá, bom dia! Sejam bem-vindos à minha festa.

Leonel 6ºA

A Catarina perdida


Era uma vez uma menina chamada Catarina. Ela tinha 5 anos e era muito linda. Um dia foi a um centro comercial mais os seus pais. Foram ao cinema, ao supermercado e depois foram a uma loja de roupa e brinquedos, onde ocorreu uma desgraça: Catarina fugiu de perto dos pais a correr para os brinquedos e passado um pouco sentiu-se só e procurou os seus pais, só que já não estavam no mesmo sítio. Ela ficou logo assustada e começou a procurar os pais, dando voltas e mais voltas, só que nunca os encontrava…, até que a certa altura desistiu e começou a chorar.
Os pais dela já estavam aflitos e foram ao centro de informações procurar ajuda. De repente aparece uma menina chamada Carorina a dizer que tinha visto a Catarina e que ela estava na loja a chorar. Eles foram a correr e quando lá chegaram lá estava ela, sentada no chão a chorar. Quando ela viu os pais agarrou-se a eles e prometeu nunca mais se separar deles. Daí para a frente foi sempre muito amiga da Carolina.

Micaela, 6ºA

A Carolina e a Árvore


Era uma vez uma menina chamada Carolina. Ela tinha 10 anos e vivia com a avó e com os pais. Viviam numa casa muito grande com um jardim enorme onde a menina brincava todas as manhãs.
Numa manhã, quando a menina estava a brincar, olhou para um árvore gigante, e de repente imaginou que a árvore tinha olhos e boca.
Como não tinha nenhuma irmã nem ainda amigos, a Carolina pôs-se a imaginar que a árvore falava e que era a sua melhor amiga. Passava os dias com a árvore, a imaginar que ela falava e que lhe contava histórias. Adormecia sempre nas raízes da árvore. A mãe da menina achava estranho mas não dava muita importância. Pensava que, como a menina brincava muito, ficava cansada e adormecia ali.
Um dia a mãe da Carolina disse-lhe que ela ia ter uma irmã. A Carolina não reagiu muito bem porque não queria ter uma irmã,
sabia que tinha de mudar de casa, pois embora aquela casa fosse grande, só tinha 4 quartos.
A menina, como não queria deixar a sua amiga árvore, pensou que podia dar metade do seu quarto à sua irmã, pois o seu quarto era muito, muito, muito grande. Quando a menina falou com a mãe, ela achou boa ideia e assim não iam gastar muito dinheiro na outra casa. A menina ficou logo contente! Assim não ia deixar a sua amiga árvore e ia ter uma irmã para contar-lhe os seus segredos.
Passados muitos, muitos, muitos anos, quando a irmã já tinha os seus 5 anos, também costumava brincar naquele jardim e aconteceu-lhe a mesma coisa que à Carolina, ficou com uma amiga árvore.

Carla 6ºA

O Grande passeio


Era uma vez um menino chamado Rodrigo. Tinha apenas 7 anos mas era muito inteligente. Num dia de sol a mãe decide ir dar um passeio muito grande:
- Mãe, onde vamos?
- Vamos dar um grande passeio.
Ora o Rodrigo, já vestido, tinha uma sensação que lhe faltava qualquer coisa.
- Mãe, falta-me qualquer coisa? -Humm,humm,já sei! - exclamou Rodrigo.
- Pensa bem, filho.
O Rodrigo olhou-se bem ao espelho e reparou numa coisa:
- Falta-me o meu boné.
- Boa!
- Agora vamos.
Pelo caminho o Rodrigo encontrou muitas coisas engraçadas e divertidas, até que o carro parou e viu que era o Jardim Zoológico :
- Vamos ao Jardim Zoológico!!
- Que fixe mãe, é a primeira vez que venho aqui.
- Pois é, filho.
O Rodrigo passou pelos tigres, pelas tartarugas, pelos elefantes, crocodilos, macacos e por fim por um grande aquário.
- Gostaste do passeio?
- Sim.
- Mas ainda não acabou.
- Onde vamos?
- Vamos à casa da Laurinha.
- A sério? E posso brincar com ela?
- Sim.
Ao chegar a casa da Laurinha a mãe bateu à porta e a mãe da Laura abriu:
- Olá, Rita. Esse pequenino deve ser o teu filho.
- Sim. É o meu filho.
- Entrem e senten-se. Fiquem à vontade, vou chamar a Laura.
- Rodrigo, podes ir para o quarto brincar.
Ao entrar no quarto viu muitos e muitos brinquedos:
- Uau, que brinquedos!!! - disse o Rodrigo.
- Queres brincar?
- Sim, claro.
E eles brincaram muito, até que a mãe o chamou:
- Rodrigo, vamos para casa!
E então ele despediu-se da Laura e foram para casa.

Andreia e Lorenzo, 6ºC

O RIO MISTERIOSO


Era uma vez o Bruno que gostava de passear à beira rio.
Uma vez viu algo muito misterioso no rio. Viu qualquer coisa a boiar na margem e foi ver o que era. Era uma mala preta e ele foi chamar a mãe.
A mãe foi ver o que era e ficou admirada com a mala. O Bruno disse à mãe para abrir a mala e ela tentou abrir com um pau. E conseguiu ver que tinha muito dinheiro.
A mãe, o pai e o Bruno ficaram muito ricos.
Fizeram uma viagem à volta do Mundo e a todos os lugares a que o Bruno gostaria de ir, principalmente à França, à Disneylândia.
Já de volta a casa o Bruno, a primeira coisa que fez, foi ir ao rio misterioso, ver se havia mais alguma coisa misteriosa, mas não tinha nada.
E eles ficaram ricos para sempre.

Franclim e Nuno, 6ºC

Uma casa de chocolate


Há muitos, muitos anos, numa floresta ao pé de um rio, estava uma linda casinha de chocolate onde vivia uma linda menina com o seu pai.
A menina, que se chamava Cinderela, tinha uns animais com que podia brincar (bambis, passarinhos, esquilos).
Num dia de sol muito quente, Cinderela foi passear com o seu pai e com os animais e estava uma malvada e malcriada dessa floresta, uma bruxa que fazia bruxedos que até metiam medo.
Ora Cinderela, como menina simpática que era, não deu pela bruxa, que estava escondida atrás de uma árvore, e passou por lá. A bruxa foi atrás deles até ao rio, onde estava o seu príncipe encantado. E o pai não foi atrás da Cinderela.
Cinderela estava com o seu príncipe e com os animais a falar. A bruxa estava a ver com olhos de monstro para a Cinderela e também para o príncipe. Quando Cinderela voltou para casa o seu pai estava ao pé do rio.
Cinderela disse ao pai que já tinha o casamento marcado e o pai aceitou. Chegou o dia do casamento e a Cinderela estava toda bonita. A bruxa entrou no quarto dela e fez um feitiço e a coitada caiu ao chão. O príncipe entrou no quarto dela e viu-a no chão. Ele beijou-a e Cinderela acordou e viveram felizes para sempre.

SOFIA E SELENE, 6ºC

O rato Yugi


Era uma vez um rato que praticava artes marciais com o seu melhor amigo, chamado Francisco. Eles eram os melhores alunos que o professor João tinha e estavam a treinar para o campeonato do mundo.
No dia do campeonato eles já estavam equipados quando ouvem o comentador a dizer que havia o Múmia, o melhor rato em artes marciais que já ganhava este campeonato desde 1999.
Quando começou o campeonato, o rato Yugi estava a ganhar a todos os adversários mas quando chegou o Múmia ele perdeu. O Múmia foi lutar com o Francisco, e perdeu, portanto o Francisco ganhou o 1º lugar e o Múmia ficou em 2º e o Yugi em terceiro.
O rato Múmia estava tão triste porque não tinha amigos, mas como o Francisco era uma pessoa muito solidária perguntou ao Múmia se ele queria treinar com o Yugi e com ele.
O rato Múmia aceitou a sua proposta e foram amigos para sempre!!!!!

Cláudia e Cláudio, 6ºC

Um grande Audi


Era uma vez um rapaz que se chamava Carl, vivia no Bairro-13, tinha lá muitos carros equipados como nos filmes com um aileron bem fixe com uns autocolantes de fogo. Tinha lá uma rapariga, chamada Joana, que tinha um Audi-tt; não estava equipado porque ela não tinha dinheiro suficiente para comprar as modificações.
- Ei, queres equipar o teu Audi? Perguntou ele.
- Eu queria, mas não há guita! Respondeu ela.
Ele pensou bem e de repente lembra-se que o pai estava no Havai.
- Hahaha, o meu pai tem muito dinheiro! Se quiseres dividir o Audi comigo eu arranjo-o!
- É a sério?! Por mim, tudo bem!!
- Espera, vou já ligar-lhe.
E ele ligou-lhe, o pai compreendeu e enviou o dinheiro pelo correio.
Mal tinha chegado o dinheiro, ele foi dizer à amiga:
- Joana, Joana, o dinheiro já chegou!!
Foram comemorar à discoteca lá do bairro, chamada Vespax, dançaram a noite toda e estavam na boa, quando chega o K-2 com o seu Opel (este estava todo equipado com tudo o que era bom).
Ele foi dizer a todos que tinham um carro, que ia haver um concurso de beleza (mas não era de mulheres, era de carros).
Joana ficou radiante com a notícia e disse logo ao Carl:
- Carl, vamos equipar o Audi agora mesmo. Conheço uma loja de carros que nunca fecha.
E lá foram, compraram tudo o que queriam para o Audi até um suboofer dos melhores.
Foram para a garagem e começaram a equipar o carro: o Carl equipava as cenas de motor, a Joana equipava o visual, até que acabaram.
Deram uma volta e todos olhavam para o carro e diziam.
- Grande carro!!! Quem me dera ter um igualzinho.
Foram para o concurso, e o K-2 disse:
- Ena, pá! Granda carro! Está ainda melhor que o meu Opel Corsa Sport.
Finalmente o árbitro disse para começar o concurso.
Estavam lá vários carros: Audis, Opel, Hondas, Fords e uns Nissans.
Passaram os carros todos e só faltava o Audi da Joana. O árbitro ficou de boca aberta ao ver o Audi.
Ganharam o concurso e o prémio era uma viagem à África do Sul.
Casaram e viveram felizes para sempre!!!!!!!!!


Cláudio e Cláudia, 6ºC

O menino da lua


Era uma vez uma senhora que não podia ter filhos. Essa mesma senhora pediu à lua para ter um filho:
- Terás um filho mas com uma condição! - respondeu a lua.
- Qual condição? - perguntou a senhora.
- Quando nascer eu vou ser a madrinha e quando ela tiver 35 anos terá que viver comigo. - respondeu a lua.
- Está bem, aceito todas as condições mas faz com que tenha um filho.
Passados nove meses a mulher teve um filho a quem deu o nome de João. O menino foi baptizado numa noite de lua cheia.
Passado algum tempo já o menino era um homem com 34 anos. Mas o João não sabia de nada.
Chegando aos 35 anos a lua fez o que tinha dito. A mãe ficou muito triste, mas já sabia que isto ia acontecer um dia.

Carla e Diego, 6ºC

O menino abandonado


Os dias passavam e o Rui não tinha lugar onde dormir, não tinha de comer e outras tantas coisas, pois estava abandonado.Um dia pelas 3h:45 passou uma senhora que vê aquele menino tão magrinho, triste, sentado num degrau, com lágrimas nos olhos e a senhora perguntou-lhe:

- Porque é que estás aqui sozinho triste e a chorar?

- Não tenho família. – Responde com lágrimas nos olhos.

- Mas porque não tens família?

-Antes tinha mas á um mês fui abandonado pelos meus pais, eles nunca estavam comigo, estavam sempre com os amigos, mas nunca comigo. Desde que nasci até as cinco anos estive num lar de crianças, mas depois os meus os pais forma buscar-me. Quando cheguei a casa os meus pais foram logo sair com os seus amigos e não me ligaram nenhuma, nem sei porque me forma buscar que não queriam cuidar de mim. Passados cinco meses, os meus pais saíram comigo e forma a uma lugar que eu não conhecia, pois eu não conheço nada e deixaram-me lá e fugiram. Ainda corri para ver se os apanhava mas não consegui. Agora estou aqui abandonado.

- Tens uma história muito triste no teu passado.

- Pois.

- Queres vir comigo para a minha casa, assim eu fico contigo como se fosses meu filho. Eu tenho um filho mais ou menos da tua idade, acho que ele ia gostar de ter um irmão da mesma idade.

- Sim, quero, gosto de brincar com meninos, gostava de ter uma família. Mas só vou se me prometer uma coisa.

- O que é, meu filho?

- Se me prometer que não me vai fazer o que os meus pais me fizeram.

- Claro que não vou fazer.

O menino, todo feliz, foi com a senhora para a casa dela. Quando chegaram a casa, o menino ficou espantado ao ver que a casa era tão bonita.

- Esta é a minha casa. Agora posso fazer-te umas perguntas? Perguntou a senhora.

- Pode, disse o menino.

- Quantos anos tens?

- Seis

- Como te chamas?

- Rui.

- Eram só estas perguntas que eu queria fazer-te. Agora queres que chame o João para brincar contigo?

- Sim, quero, gosto muito de brincar.

Então a senhora chamou o seu filho:

- Jooooããããooo!

- Sim, Mãe o que é?

- Anda aqui com a mãe.

Ao chegar ao pé da mãe vê aquele menino e pergunta:

- Quem é este menino?

E a Mãe explica-lhe a história toda. Ao ouvir isto, o Joãozinho pensou como havia alguém capaz de fazer isto. O João perguntou ao menino:

- Como te chamas?

- Chamo-me Rui.

- Queres brincar comigo? – Pergunta o João.

- Sim, quero, tens muitos brinquedos?

- Tenho.

E foram os dois brincar, enquanto a mãe arranjava comida, deixando o Rui muito feliz.

Cláudia, 6º C

O Joãozinho

Na casa do Joãozinho havia muita fome e pobreza. Joãozinho e os cinco irmãos passavam os dias sem que os seus pais pudessem dar-lhes nada para comer, pois eram muito pobres. A mãe toda triste chorava e o pai não sabia o que fazer para sustentar a família.
Num dia de manhã, o Joãozinho que era o mais novo e atrevido de todos acordou os seus irmãos e disse-lhes:
- Nós, não podemos continuar assim, os pais não sabem o que fazer para nos sustentar, podem ficar doentes de tanta preocupação. Por isso digo-lhes que nesta noite saímos todos de casa e vamos para um outro sítio onde possamos conseguir algum dinheiro e comer.
Nessa mesma noite, os seis irmãozinhos saíram de casa à procura de comer. Andaram, andaram, andaram e nada encontraram; passaram três, quatro, cinco e seis dias até que no sétimo dia viram uma casa escondida no meio das árvores e decidiram ir lá pedir ajuda. Quando lá chegaram bateram à porta e veio uma senhora abrir que lhes disse:
- Esta casa é de um Monstro, que tem cinco filhas, tão más como ele. E se os encontram aqui poderão comê-los.
- São assim tão maus? Perguntou o Joãozinho com lágrimas. - Se continuarmos a procurar comer podemos morrer de tanto cansaço e fome.
A mulher, ao ver os meninos tão esfomeados e cansados, teve pena deles e deixou-os entrar.
- Mas nenhum de vós pode falar, nem fazer nenhum ruído, senão as filhas do monstro vão dizer ao pai e ele come-os de uma só vez. Vou dar-vos de comer, pois vejo que estão com muita fome e vão dormir aqui até amanhã. Depois partirão.
Joãozinho e os seus irmãos tão cansados estavam que aceitaram. Eles comeram o que quiseram, pois nunca tinham visto tanto comer à sua frente. Depois a mulher mostrou-lhes o quarto onde iam dormir: havia seis camas, uma para cada um. A mulher deitou-os e apagou a luz. Mas Joãozinho, tão maluco que era, que quando os irmãos adormeceram, se levantou da cama e foi ver toda a casa do monstro. As filhas do monstro estavam no quarto mesmo ao lado. Ele foi lá vê-las e até se assustou quando as viu, pois elas eram mesmo feias. Então ele foi ao sótão e lá havia ouro e muitas pedras preciosas. Quando Joãozinho voltou ao quarto ouviu o monstro a dar uns enormes sopros e fazendo barulhos, até parecia um porco. O Monstro exclamou em voz alta:
- Aquela mulher voltou a pôr gente cá em casa. Vou revistar tudo e comerei todos! Ah…Ah..Ah… que grande ceia vou ter!
O Monstro começou a revistar pelo sótão. Ao ouvir isto, o Joãozinho teve uma bela ideia e desatou a correr para o andar de baixo, onde estavam os quartos. Depois tirou o seu gorro e os dos irmãos, trocando-os pelos das filhas do monstro e em seguida meteu-se na cama e fingiu estar a dormir, pois o monstro já descia as escadas e ele tinha muito medo que eles os comesse. Quando o monstro chegou ao quarto deles apalpou a cabeça dos meninos. Joãozinho pensou que ia morrer de tanto medo.“Estas são as minhas filhas” – pensou o monstro e saiu do quarto. No quarto ao lado estavam as filhas, que tinham os barretes com umas bolas. “Que grande ceia, cinco de uma só vez!”, pensou. Engoliu as meninas, pensando que eram os intrusos e eram as suas filhas. Depois tirou as suas botas número setenta e deitou-se na sua cama. Quando Joãozinho e os seus irmãos ouviram o monstro a ressonar tão alto, despertaram e o Joãozinho levou-os até ao sótão, onde estavam aquelas pedras preciosas e muito ouro. Enquanto os seus irmãos carregavam tudo em sacos, Joãozinho foi ao quarto do monstro, pegou nas suas botas enormes e calçou-as, mas eram tão grandes que mal conseguia andar. Depois os seus irmãos desceram todos carregados de sacos. Durante o percurso dessa casa até a sua foram gritando:
- Estamos ricos, estamos ricos, estamos ricos…!
Nessa noite, quando chegaram a casa, mostraram aquilo tudo aos pais, deixando-os muito felizes e satisfeitos. Naquela casa acabou-se a fome e foram todos muito felizes na companhia dos seus pais.

Cláudia, 6ºC

O sonho do Pedro





Era uma vez um menino chamado Pedro, muito inteligente. Os pais eram ricos e ele tinha tudo o que queria. Esse menino tinha um sonho, mas não contava a ninguém, nem sequer ao irmão gémeo, chamado João, nem a sua irmã mais nova, chamada Carina. O João imaginava que o
Pedro escondia algo. Então perguntou-lhe:
- Mano, posso fazer-te uma pergunta?
- Podes, desde que não seja bruta.
- Tens algo para contar?
- Não.
- Mentiroso! Eu sei que tu tens, não queres é contar, não é verdade?
- Talvez tenhas razão, eu tenho um sonho, mas tenho medo de contá-lo.
- Sabes que podes contar comigo.
- Sei, tu és fixe, mas não quero contá-lo a ninguém.
- Ok, se não queres contar, não te obrigo.
-Bem, vamos esquecer isto e vamos brincar. Disse o João.
- Está bem. Vamos, mas também podemos convidar a mana, não achas?
- Ya, onde é que ela esta?
- Não sei, vou perguntar à mãe. Espera aqui.
- Está bem. O João foi à cozinha perguntar à mãe.
- Hum… que cheirinho, mãe sabes onde está a Carina?
- Estou a fazer o almoço. Carina deve estar no quarto dela.
Quando chegou ao quarto disse:
- Carina, queres brincar connosco?
- Sim.
- Vamos ter com o mano, ele está no nosso quarto. Quando chegaram ao quarto, a Carina perguntou:
- A que é que vamos brincar?
- Não é bem brincar, disse o Pedro.
- Então o que é? Perguntou o João.
- Vou contar o meu sonho.
- Boa, fixe. Gritaram.
- Bem aqui vai: o meu sonho é que nós procuremos os brinquedos que já não queremos, as roupas, os sapatos que já não usamos e outras coisas para dar aos meninos pobres.
- Então era esse o teu sonho, de que falaste há pouco.
- Era!
- Então é essa a brincadeira. Disse a Carina.
- É, a brincadeira é procurar essas coisas e arrumar em sacos. Mãos ao trabalho.
Quando acabaram de arrumar as coisas, havia tantos sacos para entregar. Então a Carina foi perguntar ao pai:
- Pai pode ajudar-nos a levar estes sacos?
-Sim, mas para onde é que vamos levar tantos sacos?
- Para a casa dos meninos pobres. Disse a Carina.
- Mas o que é que tem dentro desses sacos?
- Roupa que eu, o Pedro e o João já não usamos e brinquedos com os quais já não brincamos.
- De quem foi essa ideia?
- Foi um sonho que o Pedro tinha, mas não queria contá-lo. Hoje resolveu contar-nos, a mim e ao João.
- Está bem, vamos. Chama os teus irmãos.
- Pedro, João, venham!
Depois de terem entregue tudo, foram para casa. O Pedro contou à mãe o que tinham feito e toda a família ficou muito contente por terem feito uma boa acção, deixando as crianças pobres mais felizes.

Claúdia, 6ºC

A Pesca




Era uma vez uma menina que se chamava Inês. Um dia ela estava em casa quando o pai chegou e ela perguntou:
- Pai, pode ir à pesca comigo?
- Claro que sim, mas porque é que queres ir à pesca?
Ela como sabia que o pai não ia, decidiu mentir, e disse:
- Porque, … porque a minha…, é isso, porque a minha professora Patrícia, de Ciências, pediu para levar um peixe para a aula para o examinarmos.
O pai pensou e como era para a escola, disse que sim.
A Inês, muito contente, disse:
- Que bom!!! O Pai vai comigo à pesca.
- A mãe (Joana) como já sabia que quando não fosse para um trabalho importante o pai não ia com ela, disse:
- Ó filha, chega aqui . Tu por acaso, não mentiste ao pai, pois não?
- Menti, porque se eu dissesse que eu queria ir à pesca, e se não fosse para um trabalho, o pai não ia.
- Eu sei filha, mas não precisavas de mentir.
- Precisava, sim.
- Não, não precisavas porque se pedisses com jeitinho de certeza que ele ia.
- Eu sei, mas, mas…
- Sabes, às vezes é preciso mentir.
- É?
- Claro que sim. Às vezes uma mentira não faz mal nenhum. Mas não é preciso mentir sem necessidade.
Então a Inês aprendeu a lição e prometeu não mentir sem necessidade.
Então foi ter com o pai e disse:
- Pai, desculpe.
- Porquê?
- Porque menti acerca da pesca e não…
- Sim eu sei…
- Sabes?
- Sei, mentiste-me porque sabes que eu não posso e que não vou para onde tu quiseres sem ser por algo importante.
- Desculpe.
- Estás desculpada mas não mentes mais, promete.
- Está bem, eu prometo.
Então foram os dois à pesca, muito felizes.

Jéssica, 6ºC

A primeira aula


Tudo começou pelo primeiro dia de aulas de História. Ao princípio a Joana não gostava de História, só tirava positivas baixas. Mas a sua amiga Cláudia também não gostava mas foi através da sua amiga que ela começou a gostar de História.
Com tudo isto ela começou a reparar que temos que fazer um esforço, até porque sem estudos não somos ninguém.
Depois ela aconselhou-a a estudar mais e foi isso que ela fez: agora, no 2º período, ela teve uma surpresa e quando viu que tinha tido um quatro a História pensou: “Até que bem vale a pena fazer um esforço. Neste 3º período vou tentar manter ou subir a nota.” Com tudo isto até começou a gostar da disciplina: falavam de Portugal, à moda antiga…
Bem e afinal também não foi só a História, também antes não gostava de Ciências e agora percebeu que até achava divertido.


Jéssica, 6ºC

Os dinossáurios


Há muito, muito tempo, manhã fria e seca na pradaria com muita vegetação. O Rex e o Dentinho, dinossáurios ferozes, lutavam com raiva, o que se devia à existência de uma única árvore naquela zona.
A luta durou muito tempo. Por fim o Rex ganhou. Quando ganhou não pareceu muito contente, pois sentia pena do Dentinho. Então decidiu partilhá-la, dizendo que podia ser a única árvore mas que chegava para os dois.
Muito cruel, o Dentinho, puxa a árvore e come-a sozinho, não deixando nada. O Rex pensou para si:
- Como posso ter pena dele, se ele me tira tudo?
Dentinho puxou-o para sua casa, que apenas tinha água…
Por fim o Rex acabou por morrer, mas o Dentinho, infeliz, culpa-se….


Jéssica, 6ºC

O Flautista


Era uma vez uma cidade em que todas as pessoas estavam tristes, não havia um dia que toda a gente estivesse alegre.
Um dia chegou um homem à cidade com uma flauta na mão e ele meteu-a na boca e começou a tocar. Passada meia hora estava toda a gente à volta dele a vê-lo tocar.
Quando ele acabou de tocar, parecia um milagre! Toda a gente estava contente, feliz, …
Depois convidaram-no a passar a ser presidente desta cidade e decidiram chamar-lhe o “Presidente Flautista”.
A cidade mudou completamente depois da chegada dele, tudo o que não tinha cor agora tem
cor, …
O flautista decidiu pôr um nome a esta cidade e assim foi, ele pôs-lhe o nome de “Cidade Colorida” e como toda a gente gostou do nome ficou assim.
Um ano depois o flautista morreu, a cidade perdeu a cor, ficou como estava antes, toda a gente ficou triste, infeliz, etc…
E foram infelizes para sempre.

João, 6ªC

O tesouro escondido


Era uma vez um grupo de homens que foram à procura de um tesouro escondido nas profundezas do Atlântico. Mas os homens não sabiam como ir lá abaixo porque naquele tempo não havia “câmara de oxigénio” para ir para tanta profundidade.
Na vila onde os homens viviam havia um menino de 10 anos que diziam que inventava tudo. Quando os homens lhe contaram e pediram para ele construir uma ele ficou muito inspirado e com vontade de trabalhar.
No outro dia o “puto” já tinha construído a “câmara de oxigénio” mas como os homens não tinham dinheiro disseram que lhe dariam um quarto do tesouro escondido.
O menino, como era bom rapaz, disse que não queria nada de dinheiro ou ouro, o que vinha lá dentro. Os homens ficaram surpreendidos porque não esperavam que o menino recusasse.
Depois do menino lhes dar a “câmara de oxigénio” lá foram os homens buscar o tesouro.
Quando já estavam no Oceano Atlântico, o homem mais corajoso foi lá abaixo; depois de meia hora debaixo de água finalmente o homem pôs a cabeça fora de água e começou a rir e ao mesmo tempo disse:
- Encontrei-o, encontrei-o!
Quando ele meteu em cima o tesouro eles foram abri-lo com felicidade e ao mesmo tempo com tristeza e disseram assim:
- Viemos de tão longe só para encontrar um tesouro com panelas, taças, pratos e talheres.
E foram para casa INFELIZES. Quando já estavam a ver a sua terra, o barco afundou num abrir e fechar de olhos e morreram todos os homens.

João, 6ºC

O tempo dos dinossáurios


Há muito, muito tempo, o Rex e o Dentinho (dinossáurios) eram amigos mas aconteceu que encontraram uma árvore com muito bom aspecto. O Rex olhou de lado para o Dentinho, o Dentinho mostrou os seus dentes muito afiados e foi aí que começaram a lutar um contra o outro com muita raiva.
Numa manhã muito fria, os dinossauros estavam ainda com muita raiva um pelo outro por causa da árvore. Mas acontece que lá havia muito pouca vegetação e se não dividissem a árvore iam morrer à fome, com a seca. Então o Dentinho e o Rex decidiram dividir a árvore, e comeram-na muito depressa, ficando, no entanto, amigos.
No dia seguinte o Rex viu um caçador de dinossáurios muito grande e foi imediatamente chamar o seu amigo Dentinho, mas o Dentinho não lhe quis dar ouvidos, não acreditou no seu amigo… mas quando viu o caçador ficou com medo de ser morto e o Rex disse:
- Estás com medo de ser morto?
- Sim, tenho! Disse o Dentinho.
- Nós vamos apanhá-lo para matá-lo e depois comêmo-lo. Disse o Rex.
- Está bem! Respondeu o Dentinho.
Foi assim que ficaram amigos para sempre e não brigaram mais.

Renato, 6ºC

O MENINO INVENTOR


Era uma vez um menino chamado Luís que sonhava ser inventor, mas como os pais não lhe davam apoio no seu sonho, o Luís, como era muito esperto, decidiu então ir para a Alemanha.
Mas como só tinha 12 anos os alemães não acreditaram que ele conseguia construir uma máquina do tempo. Então disseram-lhe para construir, mas deram-lhe só uma semana. Pois passada uma semana estava a máquina construída! Nessa máquina ninguém queria acreditar, ficaram muito espantados com a sua capacidade e decidiram contratá-lo para a fábrica de invenções. O Luís não queria acreditar no que ouvia e aceitou o convite.
Depois foi crescendo na Alemanha com as suas invenções. Como já estava há 10 anos sem ver a família dicidiu ir a sua terra, em Portugal. Quando lá chegou, a sua família, apesar de ter sido contra, ficou muito orgulhosa porque ele foi reconhecido como o melhor inventor aos 22 anos.

Renato, 6ºC

A Casa Assombrada


Era uma vez os alunos da Escola Básica de Santo António, que decidiram fazer uma viagem mas estavam indecisos entre ir a Lisboa e ao Algarve. Como estava complicado decidiram ir a votos e a zona escolhida foi o Algarve.
No dia seguinte estavam prontos para ir. Ao chegarem lá foram para a casa que tinham alugado há uma semana atrás, mas quando perguntaram quanto era o preço da renda era muito alto; como não tinham esse dinheiro, decidiram ir à procura de outro lugar.
Num lugar muito distante encontraram uma casa abandonada mas um pouco assustadora. De qualquer maneira, o melhor foi ter encontrado um lugar onde ficar. Logo que o Rui viu a casa disse ao professor:
- Foi bom termos encontrado esta casa! E o professor disse:
- Se querem ficar aqui, mãos ao trabalho.
E começaram todos a arrumar a casa. Mas quando o Rui foi para o quarto viu um fantasma e disse, muito assustado, para todos:
- Cuidado! Atrás de vocês, fantasmas!
Mas eles não acreditaram e disseram:
- Tás totó?
- Não olhem para trás.
E todos olharam para trás e viram fantasmas, morcegos, aranhas e um homem com uma mão muito grande e cheia de sangue. Ao verem aquilo fugiram todos. E o Rui disse:
- Estas férias foram as mais trágicas da minha vida!!!

Renato e Patrícia, 6ºC